Entre em contato

© 2017 - Feito com amor por Ana Claudia Mazzini e Drigo. 

Ao longo das últimas décadas, a neurociência e outras áreas de estudo nos ajudaram a entender um pouco melhor algumas questões envolvidas no processo de tomada de decisão. Muitos aspectos influenciam neste processo. Para que alguém decida sobre algo importante, seu cérebro coleta e avalia variadas informações como, por exemplo, experiências pregressas, além dos possíveis riscos e resultados.

Recentemente, a ciência concluiu que a emoção também desempenha um papel crucial no processo decisório, sendo, inclusive, o aspecto que mais o influencia quando se trata de uma decisão significativa na vida.  São emoções que nos levam a tentar evitar a experiência de um sentimento negativo como a frustração, o arrependimento ou a culpa (Lerner et al, 2014).

O coaching, por sua vez, é uma metodologia que tem como base a elaboração de planos objetivos, com ações e prazos determinados. Portanto, e imprescindível reconhecer e valorizar o aspecto emocional do que está sendo discutido para que o processo de coaching não aconteça de forma incompleta e superficial.

  

.

FILOSOFIA DE TRABALHO: RAZÃO + EMOÇÃO 

Com base nestes fatores, a minha filosofia de trabalho tem como objetivo explorar, reconhecer e validar tanto os aspectos racionais quanto os emocionais, envolvidos em determinada situação. Dentro do processo de coaching, diferentes ferramentas podem ser utilizadas de forma que o cliente seja estimulado a olhar para estes dois importantes pilares. Enquanto alguns diálogos e exercícios estimulam a reflexão subjetiva, outras ferramentas priorizam a organização e o planejamento.

O equilíbrio entre a razão e a emoção é muito particular e varia bastante de pessoa para pessoa. O coaching permite que cada cliente investigue e encontre a proporção que o faz sentir-se bem e seguro em relação as suas escolhas e planos futuros. 

Ao reconhecer e validar estas duas forças, razão e emoção, aumentamos as chances de que o plano de ação desenhado pelo próprio cliente, seja feito de forma consciente e sustentável, atendendo aos seus valores e aspirações pessoais. Desta forma, o engajamento se dará de forma mais natural, e os objetivos serão atingidos de maneira eficaz.

Referências:

Lerner et al, Emotion and Decision Making. Annual Review of Psychology (2014) 

Schwarz et al., Emotion, Cognition and Decision Making. Cognition and Emotion (2010)